CW Morse Telegrafia Curso – Uma pequena Explicação sobre esta fantástica modalidade

1. Generalidades

Tal como já foi dito, há várias especialidade ou actividades no largo espectro do Radioamadorismo. Em língua inglesa, e especialmente os americanos, chamam o Radioamadorismo de «ham radio», porque, ninguém sabe ao certo. Desde trabalhar DX, construir os próprios equipamentos, comunicações via satélite, slow-scan TV, ou tão somente estar em «amena cavaqueira» com velhos amigos por todo o mundo, há de certeza algo no Radioamadorismo para toda a gente. O CW é uma destas especialidades.
Curiosamente, a telegrafia em código Morse tem o poder de colocar os radioamadores em campos opostos, uns o adoram, outros não o suportam. CW (ou código Morse) vem descendo em popularidade nas últimas décadas na mesma medida em que a voz e outros modos digitais vão se tornando mais populares. Mas se ouvirmos nas porções de CW das bandas de amador vamos encontrar milhares de amadores que continuam a utilizar esta antiga técnica de comunicação. Além do mais, as autoridades, no nosso caso o ICP (Instituto de Comunicações de Portugal) continua a exigir uma prova de telegrafia em código Morse para auferir a possibilidade de se trabalhar em todas as bandas de amador. Assim, se o amador quiser operar em fonia por exemplo na bandas dos 14MHz terá de dominar o CW (pelo menos na velocidade de 10 palavras por minuto) e passar no respectivo exame.
Embora a transmissão de mensagens por código tenha naturalmente que ser mais lenta do que por fornia (voz) e exija o domínio da técnica, a verdade é que continuam a fazer-se comunicações por onda contínua. Do ponto vista técnico, estes emissores têm algumas vantagens sobre os emissores rádio-telefónicos (onda modulada). Os emissores de onda contínua têm um alcance maior para a mesma potência, e isso é de vido ao facto de que a conversação pode ser audível e não inteligível. A transmissão em onda contínua não é tão prejudicada por interferências. E dentro de uma dada faixa de frequências é possível fazer trabalhar mais emissores de código do que de fonia sem se interferirem.

2. Como aprender o código Morse

Caso pretenda apenas aprender somente o indispensável para passar no exame de telegrafia da ANACOM então queira seguir o seguinte link para o «Método Anaconda»

Esta é uma pergunta que tem progressivamente afligido os nossos colegas detentores de licenças da categoria C e B (sem Morse) que desejam se submeter a exame para usufruir dos privilégios da categoria B (com Morse) ou A.

Segue-se uma lista de sugestões que possivelmente serão úteis a quem quer começar:

– Ouvir o código a uma velocidade ligeiramente acima da que se pode copiar comodamente.
– Praticar sempre que tenha oportunidade
– Afim de se evitar os «plateaus» das 5ppm e das 10ppm utilizar o método Farnsworth, que consiste em ouvir as letras a uma grande velocidade mas com um espaçamento suplementar entre as letras.
– Desenvolver a capacidade «entender» o Morse em vez de copiar tudo, requer um ginástica mental que se desenvolve com o treino (não é fácil mas é assim que se atingem as altas velocidades).
– Praticar tanto com fones de ouvido como à partir de um alto-falante (se só se praticar com fones pode haver alguma dificuldade no teste).
– Acima de tudo, não desista! Reconheça quando se atingiu um «plateau» e continue até conseguir ultrapassá-lo.

Não tente aprender o código Morse memorizando as figuras de traços e pontos que aparecem na generalidade das tabelas, isto vai atrasar o processo de aprendizagem, é necessário ter muita paciência no início e aprender a associar directamente o som à letra correspondente. Só assim se poderá alcançar um bom nível em pouco tempo sem se ter de defrontar com os chamados patamares de aprendizagem a partir dos quais é difícil continuar a progredir. Evitar visualizar mentalmente as figuras de traços e pontos, aprendendo pelo som, é de certeza a melhor forma de se dominar o código pois evita-se esta etapa desnecessária de pensamento que atrasa enormemente a velocidade com que é possível «copiar».
Pode se aprender as letras por grupos, associando os sons semelhantes ou aprender as mais frequentes primeiro e as mais difíceis depois…
Penso que sessões relativamente curtas e frequentes de treino de cópia é a forma ideal de se aprender, talvez não mais do que dez minutos de cada vez umas três vezes ao dia.
Utilize de preferência um programa informático, existem muitos e muito bons, recomendo o «G4FON Morse Trainer» ou melhor ainda o «Just Learn Morse Code» do colega LB3KB. Ambos baseiam-se no método Koch que eu utilizei para elaborar o ANACONDA.
O programa que mais usei (nos velhos tempos do DOS e Windows 3.11) foi o Super Morse. Obviamente que o recurso a cassetes também é válido mas provavelmente resultará um pouco monótono.
Aprenda os caracteres logo de início a uma velocidade «alta» (mais de 15 p.p.m.). Quando estiver a fazer exercícios de cópia mantenha a alta velocidade do caractere mas utilize um espaçamento adicional entre os caracteres (em torno de 10 p.p.m. ou menos) depois vá aumentando gradualmente estes dois valores. Por fim, vá aproximando os dois valores até se encontrarem. É o método Farnsworth. Todo este processo pode levar meses, a continuidade e perseverança no treino é fundamental, também não é de descurar as características inatas de cada um ao nível da velocidade de aprendizagem. Todos, no entanto, são capazes de dominar melhor ou pior o código Morse.
O código Morse utilizado atualmente é também conhecido pelo código internacional. Por definição a duração de um traço é três vezes maior do que a do ponto, os espaços dentro do mesmo caractere tem a duração de um ponto. O espaço entre caracteres da mesma palavra é de três pontos e o espaço entre palavras é de sete pontos. Durante um contacto ninguém está a fiscalizar se você está a fazer um espaçamento correto, limite-se a dar o seu melhor. Requer muita prática. Mas CW emitido corretamente soa melhor e é mais fácil de copiar.

3. Qual é a medida standard para a velocidade do código Morse?

A palavra PARIS foi escolhida como o comprimento standard para a velocidade do código Morse. Cada «di» (ponto) conta como uma unidade, cada «da» (traço) conta como três unidades, o espaçamento dentro do caractere conta como uma unidade, o espaçamento entre caracteres conta como três unidades, o espaçamento entre palavras é de sete unidades, assim a palavra PARIS perfaz exatamente 50 unidades.

cwespace

Assim, dez palavras por minuto (10ppm) é igual a 500 unidades por minuto divididos por 50 unidades por palavra perfazem uma unidade em cada 120 milissegundos. Este método de medida da velocidade, por vezes é chamado do «slow code» porque soa mais lento do que outro método de medida que toma por base conjuntos de «palavras» formadas por caracteres aleatórios (letras e algarismo) que soam bastante mais rápido porque em média a extensão de cada palavra aleatória tem um comprimento bem acima das 50 unidades que constituem a palavra PARIS.

O método “Farnsworth” é conseguido através da composição dos pontos, traços e espaçamento intra-caractere mas com o espaçamento inter-caracter e inter-palavras mais lento por forma a perfazer a velocidade total desejada.

4. Como encontrar alguém para fazer um QSO (contacto)

Como encontrar outro amador para conversar? Em primeiro lugar pode-se responder a um CQ. Enviar diversos CQ’s seguidos do seu indicativo significa que se está a espera de que alguém responda para começar um contacto. Simplesmente sintonize para cima e para baixo para ver se encontra aquele som familiar do CQ, faz o «zero beat» à frequência tão perto como consigas e chame-o quando ele acabar seu CQ. Normalmente uma chamada 1 por dois basta, «CT1BQH DE CT3KN CT3KN AR». Mas se as condições de propagação são más ou se há muito QRM (interferência), talvez um 2 por 3 ou 1 por 4 seja necessário… Mas enviar o seu indicativo vezes demais indica que és um novato.
As vezes quando se responde a um chamada o seus sinais podem não ser copiados corretamente do outro lado. Ou ele não ouviu mesmo nada por causa das condições ou copiou apenas parcialmente o seu indicativo. Por vezes são duas ou mais estações que respondem simultaneamente na mesma frequência tornando difícil a copia. Nestas circunstância ouve-se frequentemente a estação chamada emitir «QRZ?» ou «QRZ DE CT1BQH», o que significa «quem me chama, por favor chame de novo» as vezes porém a estação pode manter-se silenciosa. neste caso pode tentar chamar novamente.
Se tens a sorte de ter um transceptor com dois VFO’s ou com «quick memories» ou lá o que seja, podes ir marcando a banda por onde vais sintonizando. Por exemplo par marcar a frequência onde já decorre um QSO para voltar depois e ter a oportunidade de fazer o contacto também, pode marcar uma frequência vazia com a finalidade de chamar naquela frequência depois de um dado QSO.

5. Como fazer uma chamada geral

Andar pela frequência a procura de CQ pode se tornar frustrante. As vezes parece que ninguém quer chamar ou as estações que respondem são mais rápidas o mais fortes do que a minha. Possivelmente será uma boa oportunidade para disparar um CQ. Escolha uma frequência limpa, desimpedida e orça-a por algum tempo, depois pergunte se ela está ocupada «QRL?» ou ainda melhor «QRL de CT3KN?» para saber se a frequência está mesmo livre. O nosso regulamento de amador requer que nós identifiquemos todas as nossas transmissões por isso um «QRL?» não identificado é ilegal embora toda a gente o faça…
Se ouvires um «QRL?» e estiveres num QSO podes responder «Y» ou «C» ou «yes». «C» é normalmente usado como abreviatura para «sim». Caso a frequência esteja mesmo livre podes emitir um «N» ou um «NO».
Nossa legislação diz que uma chamada geral em telegrafia deve ser do tipo 3 por 3 isto é «CQ CQ CQ de CT3KN CT3KN CT3KN», mas frequentemente usa-se chamadas diferentes especialmente em concursos onde é normal um 1 por 1. Se a sua chamada é respondida por mais do que uma estação normalmente se responde a mais forte por que e ela em princípio que o vai escutar melhor também, se conseguir copiar os dois indicativos poderá escolher entre um e outro consoante o que achar mais interessante. Contactos a três em CW são muito difíceis.
Emita o sua chamada CQ na velocidade que quiser ser respondido. Não dá garantias de que lhe respondam na sua velocidade mas indica logo à partida a velocidade em que estás «confortável».
Depois de uma chamada pode surgir uma resposta de imediato ou pode tardar um pouco (o colega pode estar a fazer o zero beat) ou se houver mesmo pouca atividade na banda pode levar um pouco mais de tempo. Não caia no erro de enviar CQ’s intermináveis isso pode inclusive afastar uma potencial resposta. Se não resultar depois de umas 5 ou 6 tentativas mude para outra frequência ou desligue o rádio e vá ler o jornal.

6. Falar sobre o quê

No CW tal como em fonia é possível ser informal e conversar sobre tudo o que se quiser. No entanto existem três itens que aparecem (quase) sempre num contacto standard: NOME / QTH / RST / 73. Se o seu interlocutor demonstrar que quer manter o contacto curto não o desespere com todos aqueles 5 longos minutos de pormenores sobre o tempo, outros haverão que terão muito gosto em entrar na cavaqueira.
Normalmente os iniciados utilizam uma cábula para garantir que passam todos os dados essenciais, por exemplo:

__________ de CT3KN = TNX FER CALL = NAME IS MARTIN MARTIN = QTH FUNCHAL FUNCHAL = UR RST ____ HW COPY? AR ___________ DE CT3KN KN

Possivelmente uma segunda transmissão seria:

__________ de CT3KN = TKS DR ___________ FER NICE RPT FROM ___________ = RIG IS KNWD TS570D ANT VERT PWR 100W = WX IS _________ TEMP IS _____ AR ___________ DE CT3KN KN

O símbolo = significa separação e é manipulado como as letras B e T enviadas juntas (da di di di da); AR significa fim de mensagem (di da di da di); KN significa passar o cambio exclusivamente para a estação especificada (da di da da di).

7. RST

Isto do RST é um método de dar ao nosso correspondente informação sobre a inteligibilidade da sua modulação a força o seu sinal e o tom. R está numa escala de 5, S e T numa escala de 9. Um sinal de 599 deverá corresponde a mais limpo e forte sinal possível. Quanto a inteligibilidade R5 é a normal, R4 significa que se copia mais do que a metade do que é transmitido, atribui-se um R3 quando só se copia uma palavra ou outra. Nunca dê um R1 ou R2, quanto a mim não faz sentido. Quanto a força do sinal use os seus ouvidos e não o S-Meter para julgar. O tom é a informação mais subjetiva mas atualmente devido a melhoria na qualidade dos transmissores são raras as ocasiões que se ouvem sinais menos do que T8 ou T9.
É de reparar que a informação RST recebida influencia a enviada e vice versa, e isto porque a natureza humana não se compadece com a subjetividade da avaliação.
Costuma-se abreviar os números da seguinte forma:

1 = A; 2 = U; 3 = V; 4 = 4; 5 = E; 6 = 6; 7 = B; 8 = D; 9 = N; 0 = T.

8. Zero Bit

Trata-se de um procedimento que permite sintonizar exatamente em cima da frequência recebida, é de muita importância, requer alguma prática e sobretudo conhecimento do funcionamento do rádio. Leia o manual do seu rádio.
Quando se está mesmo em cima da frequência de uma portadora ela não é audível. Por isso os receptores estão dotados de um oscilador que gera uma frequência áudio que ao bater na portadora vai dar o «pitch», geralmente em torno de 600Hz. Assim sabe-se que se está «zero bit» quanto a nota ouvida for de 600Hz. Alguns modelos permitem-nos ouvir um «sidetone» sem transmitir e depois é só afinar com o sinal recebido, socorrendo-se do ouvido musical. Alguns modelos já possuem afinação automática. É devido a este offset de 600Hz que quando passamos do modo CW para SSB temos de voltar a sintonizar para encontrar o sinal.

9. Código Q mais utilizado

QRL a frequência está ocupada
QRT parar de transmitir
QRM interferência
QRX espere, aguarde
QRN ruído estático
QSB desvanecimento dos sinais
QRO aumentar potência
QSL confirmação
QRP diminuir potência
QSY mudança de frequência
QRS mais devagar
QTH local

10. Sistema RST

INTELIGIBILIDADE

FORÇA DO SINAL

TOM

1 — Ilegível
2 — Vagamente legível, palavras distinguidas ocasionalmente
3 — Legível mas com dificuldade considerável
4 — Legivel praticamente sem dificuldade
5 — Perfeitamente legível
1 — muito débil, signals, Quase não perceptível
2 — Muito fraco
3 — Fraco
4 — Considerável
5 — Sinal consideravelmente bom
6 — Bom sinal
7 — Sinal moderadamente forte
8 — Sinal forte
9 — Sinal extremamente fornte
1 — Alternado de seis ciclos ou menos, muito rouco e grosseiro
2 — Alterna muito rouca, very áspero and grosseiro
3 — Tom com alterna retificada mas não filtrada
4 — Nota rouca com algum traço de filtragem
5 — Alterna retificada mas apresenta forte modulação por «ripple»
6 — Tom filtrado mas com modulação por «ripple»
7 — Tom quase puro com traços de modulação por «ripple»
8 — Tom quase perfeito com um sens´~ivel traço de modulação
9 — Tom perfeito sem qualquer tipo de modulação

11. Abreviaturas

73 best regards
88 love and kisses
ADR address
AGN again
BK break
BN been
C yes
CL closing
CUL see you later
DE from (French)
DX distance
ES and (French)
FB fine business
GA go ahead
GB good bye
GE good evening
GM good morning
GN good night
GND ground
GUD good
HI the telegraphic laugh
HR here HV have
HW how
N no
NR number
NW now
OM old man
PSE please
PWR power
R received as transmitted
RCVR receiver
RIG station equipment
RPT repeat
SK end of transmission
SRI sorry
SSB single side band
TMW tomorrow
TNX-TKS thanks
TU thank you
UR your
VY very
WX weather
XYL wife
YL young lady

12. Sinais de Procedimento

AR – End of message
AS – Stand by
BK -Invite receiving station to transmit
BT – Pause; Break For Text
CL -Going off the air (clear)
CQ – Calling any amateur radio station
K – Go, invite any station to transmit
KN – Go only, invite a specific station to transmit
R – All received OK
SK – End of contact (sent before call)

13. Mais abreviaturas

AA – All after
AB – All before
ABT – About
ADR – Address
AGN – Again
AM – Amplitude Modulation
ANT – Antenna
BCI – Broadcast Interference
BCL – Broadcast Listener
BCNU – Be seeing you
BK – Break, Break in
BN – All between; Been
BTR – Better
BUG – Semi-Automatic key
B4 – Before
C – Yes
CFM – Confirm; I confirm
CK -Ckeck
CKT – Circuit
CL – I am closing my station; Call
CLBK – Callbook
CLD – Called
CLG – Callin
CONDX – Conditions
CNT – Can’t
CQ – Calling any station
CU – See You
CUL – See You later
CUM – Come
CW – Continuous wave
DA – Day
DE – From
DIFF – Difference
DLD – Delivered
DLVD – Delivered
DN – Down
DR – Dear
DX – Distance
EL – Element
ES – And
FB – Fine Business, excellent
FER – For
FM – Frequency Modulation: From
GA – Go ahead; Good Afternoon
GB – Good bye
GD – Good
GE – Good Evening
GESS – Guess
GG – Going
GM – Good morning
GN – Good night
GND – Ground
GUD – Good
GV – Give
GVG – Giving
HI – The telegraph laugh; High
HPE – Hope
HQ – Headquarters
HR – Here; Hear
HV – Have
HW – How
INFO – Info
LID – A poor operator
LNG – Long
LTR – Later; letter
LV – Leave
LVG – Leaving
MA – Millamperes
MILL – Typewiter
MILS – Millamperes
MSG – Message; Prefix to radiogram
N – No
NCS – Net Control Station
ND – Nothing Doing
NIL – Nothing; I have nothing for you
NM – No more
NR – Number
NW – Now; I resume transmission
OB – Old boy
OC – Old chap
OM – Old man
OP – Operator
OPR – Operator
OT – Old timer; Old top
PBL – Preamble
PKG – Package
PSE – Please
PT – Point
PWR – Power
PX – Press
R – Received as transmitted; Are; Decimal Point
RC – Ragchew
RCD – Received
RCVR – Receiver
RE – Concerning; Regarding
REF – Refer to; Referring to; Reference
RFI – Radio frequency interference
RIG – Station equipment
RPT – Repeat
RTTY – Radio teletype
RX – Receiver
RST – Readability, strength, tone
RX – Receive, Receiver
SASE – Self-addressed, stamped envelope
SED – Said
SEZ – Says
SGD – Signed
SIG – Signature; Signal
SINE – Operator’s personal initials or nickname
SKED – Schedule
SRI – Sorry
SS – Sweepstakes
SSB – Single Side Band
STN – Station
SUM – Some
SVC – Service; Prefix to service message
T – Zero
TFC – Traffic
TMW – Tomorrow
TKS – Thanks
TNX – Thanks
TR – Transmit
T/R – Transmit/Receive
TRIX – Tricks
TT – That
TTS – That is
TU – Thank you
TVI – Television interference
TX – Transmitter; Transmit
TXT – Text
U – You
UR – Your; You’re
URS – Yours
VFB – Very fune business
VFO – Variable Frequency Oscillator
VY – Very
W – Watts
WA – Word after
WB – Word before
WD – Word
WDS – Words
WID – With
WKD – Worked
WKG – Working
WL – Well; Will
WRD -Word
WUD – Would
WX- Weather
XCVR – Transceiver
XMTR – Transmitter
XTAL – Crystal
XYL – Wife
YL – Young lady
YR – Year
73 – Best Regards
88 – Love and kisses

CW- Telegrafia em Código Morse - por Ricardo Martins - CT3KN

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Informação inserida em 28/05/2016

Para saber como tudo começou, veja os links abaixo na ordem que segue:

– O que é CW, uma pequena explicação – Para saber mais clique aqui

– Divulgação do 1º Curso online do Brasil – Para saber mais clique aqui

– Cursos de CW no Brasil Jan Fev Mar 2016 – Para saber mais clique aqui

– Início do 1º curso de CW do Brasil Fev/2016 – Para saber mais clique aqui

– Primeiros alunos do curso aprovados aprovados na ANATEL – Para saber mais clique aqui

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