Radio-PX-Hannover-BR9000-novo-na-caixa

Cabo-de-programação-do-radio-Hannover-BR-900-e-software-copy-300x298A título de esclarecimento, falarei sobre a questão do Cabo de Programação – que para mim, já está mais do que concretizado a sua eficácia, e que muitos amigos que o  adquiriram (ou confeccionaram, seguindo os esquemas elétricos disponíveis em inúmeros sites relativos a radio cidadão e, por que não dizer, radioamadorismo) a fim de regularizar os primeiros rádios que desembarcaram no Brasil – e que estavam abertos até as tampas, em matéria de frequências, estão satisfeitos com os resultados obtidos.

Em nenhum momento, e em nenhum local, encontrei qualquer esclarecimento quanto a representante do equipamento no Brasil manifestar um recall para regularizar o equipamento – vou repetir, pois nem todo mundo entendeu o que eu acabei de dizer: A REPRESENTANTE NÃO ENTROU COM UM COMUNICADO, ATÉ A PRESENTE DATA, SOLICITANDO QUE OS PROPRIETÁRIOS DAS ANTIGAS VERSÕES LEVASSEM SEUS EQUIPAMENTOS ATÉ UM LOCAL DESIGNADO, PARA REGULARIZAR SEU EQUIPAMENTO, PARA O CORRETO USO NA FAIXA DE 11 METROS! Isso criou um certo desconforto para alguns, que gostam – e fazem questão de respeitar as normas, mas acabam buscando outras alternativas para fazê-lo. Já os que não estão nem aí, nada posso dizer – é de livre arbítrio de cada um, usar seu equipamento como bem entender, apenas frisando as consequências do que isso pode gerar, no futuro.

A questão aqui abordada, não se trata apenas de uma breve declaração ou justificativa esfarrapada, ou ficar dando desculpinhas a um ou outro… trata-se de CAPACITAÇÃO, de superar imprevistos e empecilhos… Até o momento, preferi não responder a comentários jocosos, intrigas de inoportunos e criadores de caso, pois não acrescentaria em nada (e falando francamente, não acrescentou mesmo) o real objetivo. Mas deixando o espaço para troca de idéias e pontos de vista coerentes. Mas a “coisa” tomou proporções de comentários de Comadres, Mi-mi-mi de incompetentes, veneno dos inúteis.

A proposta que coloquei, disponível no Mercado Livre e outros sites – de venda mesmo, oras – do cabo de programação era, justamente, dar ao usuário a opção de fazer aquilo que a Representante não o fez, e se o faz, é só mediante uma via-crucis de intermediação de e-mails… mas até aí, tudo bem – é nas falhas que surgem oportunidades. E posso dizer, humildemente, que obtive êxito na empreitada – que começou com a aquisição de um exemplar do BR-9000, uma análise minuciosa de seu funcionamento, seus recursos e de como adaptar o uso da sua programação, diante de nossa realidade.

É fato que muitos ainda procuram o Cabo – que parei de confeccionar, pelo menos por enquanto – para outras intenções, como por exemplo, ter acesso a todas as frequencias disponiveis, off-set pra uso em repetidoras de 10 metros dos EUA (nunca vi um cidadão daqui usa-las, a não ser pra ficar acionando e dizer que o rádio é “poderoso”, aff…) Mas, o que foi proposto, acredito que tenha sido seguido. Se houve desvirtualização, aí não é comigo mais…

Digo porque já houve muitos comentários a respeito… já fui taxado de hipócrita – que prega a legalização, mas vende cabo pra desbloquear rádio (quem acompanhou a evolução do caso, sabe onde quero chegar… pura distorção dos fatos, criou-se uma polêmica infundada, sem resultado e coerência), motivo de descrédito por garotinhos imaturos, auto-intitulados “amantes do rádio”, oportunista desqualificado, e por aí vai… A intenção não era essa, mas…O bacana é que a referencia e eficiência do Cabo ficou, e sou muito grato a quem está satisfeito pela aquisição – até então, direcionada aos técnicos que teriam uma ferramenta a mais para prestar suporte a seus clientes.

Porém, com a chegada – por meios “diferenciados” de importação – de equipamentos semelhantes ao Hannover, como o Voyage VR9200, Maxlog, CRE, dentre outros – a similaridade com o software e hardware é bastante comum – e é fato que cada modelo use um cabo específico, mas no fim das contas, trata-se da mesma base do AT5555. Ou seja, o que muda é a pinagem final a ser conectada ao rádio – pode ser mini USB, conector Molex de 3, 4 vias, RJ45, e por aí vai…

O interessante em esclarecer, é que não há segredo entre as interfaces, salvo a forma como o recuso de comunicação se dá… seja através de interface com o o Chipset PL2303, seja através de circuito baseado em transistores que farão o chaveamento de comunicação, todos são compatíveis entre si – desde que, no caso da interface RS-232, se utilize um conversor DB-9 para USB, caso utilize um notebook que não possui a interface DB-9 ( e um fato muito importante a se esclarecer: NEM TODO O CONVERSOR É COMPATÍVEL! Sugiro, no ato da compra desses conversores, se certificar com o vendedor se o chipset embargado é da família PL2303, da PROFILIC.

Bom, assim encerro qualquer comentário a respeito, e concluo minha participação em ajudar aqueles que não tiveram o auxilio e o respeito esperado, daqueles que deveriam tê-lo feito.

E chega, né? Que venham outros, nossa meta é superar desafios.

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